Confraria

A Confraria de Santa Luzia é uma Associação Pública de Fiéis, pelo que goza de personalidade jurídica pública na igreja, sendo esta entidade quem tutela o Templo-Monumento de Santa Luzia. Ereta canonicamente na Paróquia de Santa Maior, foi fundada em 1884 pelo Capitão de Cavalaria Luís de Andrade e Sousa, que sofria de problemas de visão desde tenra idade e que, em 1882, começa a frequentar a pequena ermida de Santa Luzia, prestando devoção à Santa e mandando celebrar missas.

Quando sentiu melhoras no seu estado, sendo capaz de vislumbrar o magnífico panorama que o alto de Santa Luzia oferece, decidiu tornar este lugar num ponto mais conhecido e acessível. Assim, fundou a Confraria de Santa Luzia, com o intuito de promover e prestar o devido culto a Santa Luzia, melhorando a pequena capela e os seus acessos, nomeadamente através da construção de uma estrada.

A sede da confraria situa-se atualmente no Templo-Monumento de Santa Luzia. Como corpos gerentes tem a Assembleia Geral, a Mesa da Confraria ou Direcção e o Conselho de Assuntos Económicos. Todos os membros dos corpos gerentes são Irmãos da Confraria de Santa Luzia, eleitos por um período de três anos, podendo ser reeleitos somente para um segundo mandato.

Corpos Gerentes / Triénio 2017/2020

Presidente da Assembleia Geral / Gaspar Tiago Correia dos Santos Ferreira de Castro

Presidente da Direcção / Pedro Nuno dos Santos Reis

Vice-Presidente / Noé Alexandre Gomes Gonçalves de Miranda

Secretário / Cristina Maria Costa Viana

Tesoureiro / Agostinho Fernando Dias Pereira

Vedor de Obras / Eduardo José de Carvalho Maduro Viana

Vogal / Rui Miguel Silva Mesquita

Conselheiro Assuntos Económicos / André Coutinho Martins Ramos Alves

Conselheiro Assuntos Económicos / Ana Luísa Cardoso Lage

Conselheiro Assuntos Económicos / Pe. José Filipe Oliveira de Sá

Irmãos

De acordo com os Estatutos da Confraria de Santa Luzia, podem ser admitidos como irmãos indivíduos de ambos os sexos, que tenham uso da razão, que tenham sido batizados na igreja católica ou nela admitidos, que não tenham rejeitado a fé católica, que não tenham abandonado a comunhão eclesiástica e que não tenham sido incorridos em pena canónica aplicada ou declarada.

Por outro lado, o acesso está vedado a quem esteja registado civilmente, sem posterior casamento canónico, quem viva apenas em união de facto ou quem tenha comportamento moral ou religioso considerado indigno.

O processo para ser admitido como irmão da Confraria começa com um pedido à mesa da confraria, preenchendo a ficha de admissão, que deverá ser feito pelo próprio ou por algum irmão.